A empresa Netgate, entidade comercial responsável pelo conhecido firewall opensource pfSense lançou um novo produto comercial não baseado no FreeBSD. Participantes da lista nycbug notaram que o novo produto batizado tnsr requer CentOS instalado.

Jim Thompson da Netgate afirmou que diversos foram os motivos para a escolha do CentOS e dentre eles (não exclusivamente) está o fato de ser mais "palatável" para o mercado, e rebateu algumas das acusações de clientes e usuários que acusaram a empresa de abandono do FreeBSD. O link anterior também mostra que decisões técnicas foram tomadas para a escolha da base do sistema, apesar das acusações de "abandono ao FreeBSD" por membros da comunidade pfSense.

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Menos de 1 semana após o lançamento da versão 0.52, o DXVK 0.53 está disponível.

Comparada com outras versões recentes a v0.53 tem o foco na resolução de problemas. Diversas correções para World of Warcraft, Far Cry 3, Nier: Automata, Battlefield 1, Battlefield 3, Diablo 3, Dirt 4, Far Cry 5, Grim Dawn, Witcher 3 e outros jogos D3D11 para Windows.

Maiores detalhes no Github.

Fonte: Phoronix.

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Uma das controvérsias contínuas de administração de sistemas no Linux é que há um esforço contínuo para tornar obsoletos os antigos comandos de diagnóstico e administração de rede padrão Unix, de ifconfig, netstat e similares, e substituí-los por novas coisas específicas do Linux, como ss e suite ip. Sysadmins antigos são geralmente mal-humorados com relação a isso; eles consideram isso como mais um sinal da atitude do Linux de "não ser inventado aqui", que vê o Linux quebrando as normas Unix bem estabelecidas para seguir seu próprio caminho. Há duas razões para isso, uma ostensiva e outra sutil.

Saída do ifconfig

O problema ostensivo é que o código atual para netstat, ifconfig e assim por diante opera de maneira ineficiente, lendo vários arquivos em /proc, e fazer isso não é a coisa mais eficiente do mundo. Comandos modernos como ss e ip usam sockets netlink do Linux, que são muito mais eficientes. Em teoria, netstat, ifconfig e outros poderiam ser reescritos para usar o netlink também; na prática, isso não parece ter acontecido e pode haver questões políticas envolvendo diferentes grupos de desenvolvedores com diferentes opiniões sobre qual caminho seguir.

No entanto, a questão mais profunda é a interface que netstat, ifconfig e outros apresentam aos usuários. Na prática, esses comandos são capturados entre dois mestres. Por um lado, a informação que as ferramentas apresentam e as questões que nos permitem perguntar estão profundamente interligadas com o funcionamento do próprio kernel, e, em geral, as ferramentas supostamente devem relatar a realidade do kernel. Por outro lado, os usuários esperam que netstat, ifconfig e assim por diante tenham sua interface tradicional (em termos de saída, argumentos de linha de comando e assim por diante); qualquer número de scripts e ferramentas tira proveito da saída do ifconfig, por exemplo. Como o kernel do Linux mudou como ele faz networking, isso apresentou coisas como ifconfig com um conflito profundo; sua saída tradicional não é mais necessariamente uma representação precisa da realidade.

Fonte: https://linux.slashdot.org/story/18/05/27/1448211/there-are-real-reasons-for-linux-to-replace-ifconfig-netstat-and-other-classic-tools

Fonte da fonte: https://utcc.utoronto.ca/~cks/space/blog/linux/ReplacingNetstatNotBad

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Vale a pena ler esse artigo publicado pela Vice com uma entrevista com o pesquisador de segurança Diego Aranha, que reafirma sua posição de que as urnas eletrônicas utilizadas no Brasil não são seguras.

Sua democracia foi hackeada

Na matéria, Aranha diz que, apesar de não ter conseguido seu objetivo principal de adulterar os resultados de uma eleição - devido ao esgotamento do tempo destinado ao teste público de segurança - ele conseguiu mudar mensagem na tela da urna, alterar os registros de votação e encontrou uma maneira de quebrar o sigilo do voto.. Além disso, erros de segurança primários foram descobertos - como uma chave de criptografia codificada no código-fonte. Além disso, ele também conseguiu utilizar um teclado comum com o dispositivo e inicializar o sistema operacional do equipamento em uma máquina virtual.

O pesquisador disponibilizou sua pesquisa no GitHub para os interessados. Vale a pena, ainda, ler o relatório oficial do TSE, em que os testes realizados são detalhados.

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O Vulkan-Docs está sendo relicenciado de MIT para Apache 2.0, causando incompatibilidades de licenças para o Wine(LGPL) em versões mais novas que a 1.0.51 da Vulkan. Felizmente o incidente foi resolvido.

Esta semana uma cláusula de exceção foi adicionada a licença Apache 2.0 da Vulkan-Docs permitindo a geração de código no Wine baseado na Vulkan sem a necessidade da atribuição de origem do código, sanando "virtualmente" incompatibilidades com a GPLv2/LGPLv2 e permitindo que o Wine combine códigos com aqueles disponíveis na implementação de referência da Vulkan.

Esta exceção permitira que código "Wine-Vulkan" entre no Wine sem problemas de licenciamento e necessidade de se basear em uma versão antiga da Vulkan-Docs.

Fonte: Phoronix

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O IV BSDDAY será adiado por conta da greve dos caminhoneiros.

Como a mobilidade dos participantes do evento foi afetada a organização decidiu adiar o BSDDAY para manter a qualidade do evento. Uma nova data será anunciada assim que a situação for normalizada.

A organização agradece a compreensão de todos e apoia o movimento dos caminhoneiros na página do evento.

Fonte: BSDDAY

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O Jornalista e porta-voz de interesses da comunidade Linux Robin "Roblimo" Miller faleceu.

"Roblimo" era conhecido como Editor Chefe da Open Source Technology Group, companhia que foi dona de Slashdot, SourceForge.net, freshmeat, Linux.com, NewsForge e ThinkGeek de 2000 a 2008. Também foi escritor e entrevistador do site FOSS Force.

Descanse em Paz, Roblimo.

Fonte: Linux Journal

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Durante diversos meses a Talos Intelligence Group trabalhou e continua atuando junto a outras empresas para mapear um novo malware que afeta roteadores SOHO, batizado de VPNFilter. Devido a criticidade e forma como ele funciona a Talos resolveu antecipar informações sobre o malware.

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Enquando o vkd3d fez notícia hoje com seu lançamento inicial, o projeto DXVK continua no seu objetivo de rodar aplicativos desenvolvidos em Direct3D 11 e implementar a tradução para Vulkan.

As funcionalidades mais importantes da versão 0.52 são o suporte inicial ao DXGI 1.2 e a atualização da Microsoft DirectX Graphics Infrastructure que incorpora diversas melhorias para tais drivers. O suporte inicial ao DXGI 1.2 resolve problemas que torna possível a execução de Bioshock 2 Remastered e Frostpunk. O DXVK 0.52 também resolve incidentes críticos de performance no Fallout 4 quando habilitado o MSAA (multi-sample anti-aliasing).

A nova versão do DXVK pode ser encontrada no GitHub do projeto.

Fonte: Phoronix

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A Equipe do Wine tem orgulho de anunciar a disponibilidade da versão 1.0 da vkd3d, a biblioteca de tradução de Direct3D 12 para Vulkan.

Esta é a primeira versão da vkd3d. Muitas funcionalidades do Direct3D 12 estão faltando e bugs são esperados. A versão atual foi testada na maioria dos casos com aplicações demo. Um certo número de funcionalidades foram postergadas para serem implementadas no próximo ciclo de desenvolvimento. Isto inclui itens relacionados a geometria e suporte a tesselation shaders, diversas melhorias na tradução de shaders e aprimoramentos em métodos centrais do Direct3D 12.

Relembrando um pouco a história: o vkd3d é um software separado do Wine desenvolvido internamente pela CodeWeavers anunciado na WineConf2017. É licenciado em LGPL e a intenção da equipe do Wine era(e ainda é) tornar este software a biblioteca central de tradução Direct3D 12 num futuro próximo.

Fonte: WineHQ

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