Após um mês de testes beta, a nova versão do Linux Mint, codinome "Tara", está disponível para download. De forma tradicional, a nova versão, que é o primeiro grande lançamento da distro em dois anos, vem em três edições, com os ambientes Cinnamon, XFCE e MATE disponíveis.

Dentre os principais novos recursos, podemos citar o Timeshift, uma nova ferramenta de backup que facilita criar e restaurar cópias de segurança dos dados pessoais e dos aplicativos dos usuários, um novo aplicativo de boas-vindas, para auxiliar novos usuários, o novo Software Manager, que permite a instalação de aplicativos Flatpak e um novo tema, chamado Mint-Y, que dá ao ambiente desktop um visual mais polido. O sistema vem com o kernel Linux 4.15 e traz um suporte melhorado para HiDPI e suporte a fontes da Microsoft.

A nova versão é baseada no Ubuntu 18.04 e é suportada até 2.023. Seus requisitos mínimos são: 1GB de RAM (2GB recomendados). 15GB de espaço em disco (20GB recomendados) e uma resolução mínima de 1.024x768.

Fonte: OMG! Ubuntu!

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Uma das vantagens do compilador Clang(LLVM) é sua melhor integração com o autocompletar. Martin Liška da SUSE começou neste ano uma empreitada que cria o argumento --complete no GCC para alimentar os scripts de autocompletar da Bash.

Esta funcionalidade está prevista para o próximo ano com a chegada da GCC9 e adicionará suporte também as opções de argumentos tornando a vida de quem utiliza este compilador mais fácil. Exemplos:

1)
$ gcc -fsanitize=
address                    bounds                     enum                       integer-divide-by-zero     nonnull-attribute          pointer-compare            return                     shift-base                 thread                     vla-bound
alignment                  bounds-strict              float-cast-overflow        kernel-address             null                       pointer-overflow           returns-nonnull-attribute  shift-exponent             undefined                  vptr
bool                       builtin                    float-divide-by-zero       leak                       object-size                pointer-subtract           shift                      signed-integer-overflow    unreachable                

2)
$ gcc -fno-ipa-
-fno-ipa-bit-cp         -fno-ipa-cp-alignment   -fno-ipa-icf            -fno-ipa-icf-variables  -fno-ipa-profile        -fno-ipa-pure-const     -fno-ipa-reference      -fno-ipa-struct-reorg   
-fno-ipa-cp             -fno-ipa-cp-clone       -fno-ipa-icf-functions  -fno-ipa-matrix-reorg   -fno-ipa-pta            -fno-ipa-ra             -fno-ipa-sra            -fno-ipa-vrp            

3)
$ gcc --param=lto-
lto-max-partition  lto-min-partition  lto-partitions    

4)
$ gcc --param lto-
lto-max-partition  lto-min-partition  lto-partitions   

Fonte: Phoronix

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Para aqueles que ainda sentem vontade de usar este sistema de arquivos "matador", o Reiser4 foi portado para o kernel Linux 4.17.

Nada novo aqui: Sem melhorias ou novas funcionalidades, apenas compatibilização com esta versão de kernel. Também não há planos para colocar o Reiser4 na mainline do kernel já que todos os patrocinadores grandes do projeto vazaram(porque será?) e a maioria dos sistemas de arquivos de hoje em dia já possuem as funcionalidades do Reiser4. Os patches são postados regularmente em cada versão de kernel no seguinte repositório da SourceForge.

Me lembro como se fosse ontem dos anos 2000-2006 onde diversos fóruns sugeriam o uso do Reiserfs para o /home já que possuía journaling de metadados, acls estendidas do POSIX, expansão online e redução offline sem a necessidade da camada do lvm e tail packing. Era tecnicamente superior ao ext2 disponível na época mas...

Fonte: Phoronix

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Os administradores da distribuição Gentoo relatam em seu site que, no dia de hoje (28/06/2018), às 20:20 UTC (17:20, horário de Brasília), indivíduos desconhecidos ganharam controle da organização Gentoo no GitHub e modificaram o conteúdo dos repositórios, bem como as páginas lá.

Os administradores ainda estão trabalhando para determinar a extensão exata dos danos e recuperar o controle da organização e de seus repositórios. Todo o código do Gentoo hospedado no GitHub deve, no momento, ser considerado comprometido.

 

Logotipo do Gentoo

 

A boa notícia é que esse incidente não afeta o código hospedado na infraestrutura do Gentoo. Uma vez que o repositório ebuild mestre está hospedado na própria infraestrutura da organização e o GitHub é apenas um espelho para ela, os usuários da distribuição estarão bem contanto que utilizem rsync ou webrsync a partir do gentoo.org. Além disso, os repositórios gentoo-mirror incluindo metadados estão hospedados sob uma organização Gentoo separada e provavelmente não foram afetados.

Fonte: https://it.slashdot.org/story/18/06/28/2240254/github-gentoo-organization-hacked

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Seguindo a saga do DXVK(1 e 2) a versão 0.61 desta camada de transição Direct3D 11 para Vulkan tem mais novidades boas.

Apesar de possuir desempenho maior em comparação a camada de transição do Wine D3D11 para OpenGL, há melhorias neste quesito. A 0.61 do DXVK traz pequenas melhorias para GPUs AMD e melhoras "significativas" para algumas placas da NVIDIA, melhor utilização da GPU em alguns jogos e redução da sobrecarga do DXVK Heads-Up Display.

A melhoria específica relacionada a hardware NVIDIA vem da utilização da extensão VK_KHR_DEDICATED_ALLOCATION que permite compressão de cores DCC. Dependendo do jogo o ganho de desempenho chega a 20% como GTA V, The Witcher 3 e outros.

Fonte: Phoronix

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Desde que mudou sua numeração para AA.MM.DD o Recalbox, distribuição Linux com foco em emulação e usabilidade, vem implementando novas funcionalidades sempre com o foco no usuário final.

O release 18.06.27 tem uma grande quantia de melhorias sendo a mais notável delas uma nova interface para o Netplay(Jogos em Rede):

Tendo ROMs com a mesma soma(hash), núcleos de emulação na mesma versão e uma latência boa, é bastante provável que uma partida com os amigos rode sem problemas através desta API de redes ;)

Ah, e dá pra habilitar os RetroAchievements jogando com os amigos. Mais detalhes nos links de referência:

Fonte 1: Recalbox 18.06.27

Fonte 2: Netplay!

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Nota: Esta tradução da matéria original (na fonte) pode conter a opinião dos editores deste blog e resumos explícitos da fonte. Consulte a fonte e tire também suas conclusões.

Em Maio deste ano, Rafael Avila de Espindola anunciou sua saída da lista de contribuidores da llvm. De uma forma bastante resumida a decisão foi tomada por conta do CoC (Code of Conduct - Código de Conduta) do projeto, que possuía alguns itens dúbios/suspeitos removidos após um tempo e a infeliz parceria feita com instituições que prezam pela inclusão discriminando explicitamente como a Outreachy. Em uma nova postagem (Fonte) Rafael explicou detalhadamente seu ponto de vista e porque se desvinculou do projeto.

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O Alpine Linux é uma distribuição com foco em segurança e eficiência na utilização de recursos. Tem como público alvo os "power users" e faz a economia de recursos compilando apenas o estritamente necessário durante o empacotamento de software, e utiliza a musl libc e busybox como softwares básicos. Isto faz com que containers utilizem apenas 8MB de espaço em disco, e uma instalação básica consuma apenas mínimos 130MB de disco rígido.

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O FreeBSD 11.2-RELEASE já está disponível para download nos servidores FTP do projeto. Para a lista com as correções, softwares que foram adicionados ao upstream e alterações propostas pela versão acesse o link Notas de Lançamento.

Notas de lançamento: FreeBSD 11.2-RELEASE Release Notes

Link para download: http://ftp.freebsd.org/pub/FreeBSD/releases/ISO-IMAGES/11.2/

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Segundo um relatório da Access Now, citando ativistas de dentro do país governado por uma ditadura socialista, a Venezuela teria bloqueado todo o acesso à rede Tor. Este é o mais recente de uma série de bloqueios da nação, que inclui tanto conexões diretas à rede quanto conexões sobre bridge relays, que tinham escapado de vários bloqueios anteriores.

De acordo com as métricas da rede, o acesso ao Tor na Venezuela havia recentemente aumentado em resposta aos recentes bloqueios da web colocados em agências de notícias locais. Diferentemente dos bloqueios anteriores, as últimas restrições não podem ser contornadas ao usar um servidor de DNS resistente à censura, como os fornecidos pela Google ou pelo CloudFlare. Para muitos venezuelanos, o Tor parece ter sido o único caminho que restava para acessar conteúdo restrito.

Projetada para enganar a censura na web a nível de Estado, a rede Tor roteia o tráfego através de uma densa rede de relays, tornando quase impossível para os governos traçarem que conteúdo está sendo carregado. Em Abril, oficiais da ONU condenaram oficialmente a censura da web na Venezuela, ao lado com a detenção mais ampla de jornalistas.

Fontes: Slashdot e The Verge.

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