O que acontece quando um arquivo é executado? Qual o real significado da palavra executável? Como o Linux faz distinção entre binários, scripts e tipos customizados de executáveis?

Se você quer saber um pouco mais de como tudo isto funciona e deseja aprender em quais partes dos fontes do Linux a decisão entre executável e interpretador (binfmt) é feita, olhe a fonte deste artigo.

Tempo de leitura aproximado: 20 minutos.

Fonte: The real power of Linux executables

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No próximo dia 09 de Junho ocorrerá o Release Party do Fedora 28. Venha celebrar com a comunidade o lançamento dessa versão e conhecer mais sobre o projeto, além de fazer networking e contribuir com o projeto Fedora.
 
 
O evento será realizado no escritório da Red Hat em São Paulo e começará as 10 horas. As vagas são limitadas, então não percam!
 
Ingressos estão disponíveis na Fonte da matéria (grátis).
 
Local do Evento: Escritório da Red Hat SP - Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3900, 8o. Andar, Itaim Bibi São Paulo, SP
Fonte: Sympla
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Este é o terceiro dispositivo da Minifree Ltd a receber o selo Respects Your Freedom. O Libreboot X200 (remanufaturado do ThinkPad homônimo) é um híbrido de tablet/laptop com Libreboot e Trisquel pré-instalados.

Por ser um dispositivo certificado RYF, o usuário tem a garantia da Free Software Foundation que nenhum blob desde o nível da BIOS é necessário para o funcionamento do dispositivo. O Libreboot desabilita qualquer tecnologia criadora de um vetor de ataque e espionagem num nível mais baixo que o sistema operacional como o Intel Management Engine e o AMD PSP, apesar de possuir um hardware um pouco antigo (Core 2 Duo SL9400, Intel GMA 4500MHD graphics, chipsets Intel GM45 e ICH9).

Loja Minifree: Libreboot X200 Tablet

FonteMinifree Libreboot X200 Tablet now FSF-certified to Respect Your Freedom

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CVE-2018-11235 foi anunciado para um novo e sério bug revelado no git.

Em um arquivo .gitmodules forjado, um projeto malicioso pode fazer a execução de um script arbitrário ao executar git clone --recurse-submodules.

Leia o CVE para maiores detalhes. As versões do git que já possuem a correção são: v2.17.1, v2.13.7, v2.14.4, v2.15.2 e v2.16.4. Atualize seus clientes o quanto antes.

Fonte: LWN.net

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Sobre o Evento:

A Linux Developer Conference Brazil tem o foco de expandir a comunidade Brasileira de desenvolvimento do kernel a nível internacional. Tanto faz se você é apenas um curioso tentando entender o ecossistema Linux, alguém buscando um projeto FOSS para contribuir ou um colaborador experiente, este evento é para você.

Serão abordados temas de desenvolvimento upstream como o Kernel, systemd, containers, wayland, Gestreamer, gcc, llvm, MESA, gdb, bootloaders, qemu, kvm, ChromeOS, tracing, segurança ou qualquer outro componente de baixo nível no mundo Linux. A ideia é priorizar a diversidade de seleção de temas em todos os níveis de dificuldade, e desta forma colaboradores veteranos podem trocar experiências fortalecendo laços com a comunidade, e novos desenvolvedores podem aprender e se beneficiar de todo o conhecimento que será apresentado.

Desde a origem do GNU e do Movimento do Software Livre até hoje o Linux traçou um longo caminho e representa um papel importante em diversos aspectos de nossas vidas, contudo, ainda há muito que podemos fazer e projetos para iniciar. Venha para o linuxdev-br discutir conosco!

Onde e quando será:

https://goo.gl/maps/AysZuyz7Kkw

O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de Agosto na cidade de Campinas - SP no Centro de Convenções da Unicamp, Avenida Érico Veríssimo, 500 Cidade Universitária.

Envio de apresentações:

De uma forma resumida, as apresentações podem ser enviadas em Inglês ou Português e as desenvolvidas em língua estrangeira tem prioridade. Podem ser no formato Apresentação, onde o palestrante fala ao vivo durante 45 minutos (incluindo o tempo para perguntas), ou "Lighting Talks" de 5 a 10 minutos de duração. Os assuntos que fazem parte do escopo do evento são:

  • Kernel e drivers
  • Containers e virtualização
  • Servidores gráficos e Ambientes de Desktop.
  • Frameworks multimídia
  • Compiladores e toolchains
  • Bibliotecas gráficas
  • Redes e Protocolos
  • Bootloaders
  • Sistemas Operacionais baseados em Linux
  • Init systems
  • Conectividade
  • Tracing
  • Segurança
  • Testes Automatizados e Integração Contínua
  • Internet das Coisas
  • Comunidade
  • Desafios da Indústria

Para maiores detalhes referentes a prazos, instruções adicionais e processo de seleção das apresentações consulte a página Call for Presentations.

Contato

Contato com a organização do evento pode ser feito através do email  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou no canal #linuxdev-br do irc.freenode.net

Para outros detalhes como inscrição e valores (com desconto para estudantes e estudantes da Unicamp) acesse o site do evento.

Site do Evento: Linux Developer Conference Brazil

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O Wireguard é um software de VPN moderno com foco em agilidade e simplicidade, suportando um número menor de cifras e sem as complexidades que a configuração de outras VPNs exigem. O código do software é bastante enxuto contendo apenas cerca de 5000 linhas no Linux.

O que a quase 2 anos atrás parecia ser uma estratégia ousada de tentar desbancar IPSec e OpenVPN está começando a render frutos.

 

 

Nas últimas duas semanas a equipe do Wireguard botou a mão na massa e lançou clientes para Android (Playstore), macOS (instalação por brew) e OpenBSD. Há também um cliente proprietário para Windows desenvolvido por um terceiro.

Vale a pena dar uma passada na página de quickstart do projeto por ter um potencial de se tornar um padrão de facto num futuro próximo.

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Foi anunciada a versão 26.1 do editor Emacs. As principais funcionalidades desta versão são:

  • Forma limitada/inicial de concorrência em threads Lisp
  • Suporte a visualização de número de linhas no buffer
  • Emacs agora usa um buffer duplo para reduzir o efeito de intermitência (flicker) em renderizações no X.
  • Flymake completamente reescrito
  • TRAMP agora possui um método de conexão com o Google Drive
  • Novo modo de rolagem de uma linha horizontal
  • Arquivo unit do systemd para o usuário
  • Suporte a textos com cores 24-bit para terminais que implementam tal funcionalidade

Há diversas outras alterações todas localizadas no arquivo etc/NEWS que pode ser visualizado pelo Emacs com o comando `C-h n'.

Para obter uma lista completa das alterações bem como das pessoas que fizeram, vasculhe pelos diversos arquivos ChangeLog nos fontes do programa. E para a lista de pessoas que contribuíram com o Emacs, veja o arquivo etc/AUTHORS.

Versões impressas dos manuais do Emacs também estão disponíveis para a venda na loja online da Free Software Foundation no seguinte link: http://shop.fsf.org/product/emacs-manual/

Fonte: [ANNOUNCE] Emacs 26.1

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A empresa Netgate, entidade comercial responsável pelo conhecido firewall opensource pfSense lançou um novo produto comercial não baseado no FreeBSD. Participantes da lista nycbug notaram que o novo produto batizado tnsr requer CentOS instalado.

Jim Thompson da Netgate afirmou que diversos foram os motivos para a escolha do CentOS e dentre eles (não exclusivamente) está o fato de ser mais "palatável" para o mercado, e rebateu algumas das acusações de clientes e usuários que acusaram a empresa de abandono do FreeBSD. O link anterior também mostra que decisões técnicas foram tomadas para a escolha da base do sistema, apesar das acusações de "abandono ao FreeBSD" por membros da comunidade pfSense.

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Menos de 1 semana após o lançamento da versão 0.52, o DXVK 0.53 está disponível.

Comparada com outras versões recentes a v0.53 tem o foco na resolução de problemas. Diversas correções para World of Warcraft, Far Cry 3, Nier: Automata, Battlefield 1, Battlefield 3, Diablo 3, Dirt 4, Far Cry 5, Grim Dawn, Witcher 3 e outros jogos D3D11 para Windows.

Maiores detalhes no Github.

Fonte: Phoronix.

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Uma das controvérsias contínuas de administração de sistemas no Linux é que há um esforço contínuo para tornar obsoletos os antigos comandos de diagnóstico e administração de rede padrão Unix, de ifconfig, netstat e similares, e substituí-los por novas coisas específicas do Linux, como ss e suite ip. Sysadmins antigos são geralmente mal-humorados com relação a isso; eles consideram isso como mais um sinal da atitude do Linux de "não ser inventado aqui", que vê o Linux quebrando as normas Unix bem estabelecidas para seguir seu próprio caminho. Há duas razões para isso, uma ostensiva e outra sutil.

Saída do ifconfig

O problema ostensivo é que o código atual para netstat, ifconfig e assim por diante opera de maneira ineficiente, lendo vários arquivos em /proc, e fazer isso não é a coisa mais eficiente do mundo. Comandos modernos como ss e ip usam sockets netlink do Linux, que são muito mais eficientes. Em teoria, netstat, ifconfig e outros poderiam ser reescritos para usar o netlink também; na prática, isso não parece ter acontecido e pode haver questões políticas envolvendo diferentes grupos de desenvolvedores com diferentes opiniões sobre qual caminho seguir.

No entanto, a questão mais profunda é a interface que netstat, ifconfig e outros apresentam aos usuários. Na prática, esses comandos são capturados entre dois mestres. Por um lado, a informação que as ferramentas apresentam e as questões que nos permitem perguntar estão profundamente interligadas com o funcionamento do próprio kernel, e, em geral, as ferramentas supostamente devem relatar a realidade do kernel. Por outro lado, os usuários esperam que netstat, ifconfig e assim por diante tenham sua interface tradicional (em termos de saída, argumentos de linha de comando e assim por diante); qualquer número de scripts e ferramentas tira proveito da saída do ifconfig, por exemplo. Como o kernel do Linux mudou como ele faz networking, isso apresentou coisas como ifconfig com um conflito profundo; sua saída tradicional não é mais necessariamente uma representação precisa da realidade.

Fonte: https://linux.slashdot.org/story/18/05/27/1448211/there-are-real-reasons-for-linux-to-replace-ifconfig-netstat-and-other-classic-tools

Fonte da fonte: https://utcc.utoronto.ca/~cks/space/blog/linux/ReplacingNetstatNotBad

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