Pra quem estiver cansado do vimtutor, uma nova opção para perder temp..., cof, cof, digo, "aprender movimentação" é o jogo PacVim.  O pré-requisito é apenas a biblioteca ncurses. Instale ela na sua distribuição através do sistema de pacotes, ou compile os fontes.

Para instalar o jogo:

$ git clone https://github.com/jmoon018/PacVim.git
$ cd PacVim
$ sudo make install

Execute o jogo:

$ pacvim [NUMERO_NIVEL] [MODO]

Os parâmetros que o comando aceita para iniciar o jogo são os de nível numérico e modo (normal - n ou hard - h). O modo de jogo padrão é o hard e pode ser omitido do comando.

Objetivos do jogo:

  • Marcar todos os caracteres passando através eles com movimentações conhecidas do vim ;
  • Não ser pego por um fantasma (letra G vermelha, de ghost) para não perder vidas;

Obstáculos do jogo:

  • O caractere til de cor azul ~ faz com que você perca;
  • As paredes amarelas bloqueiam sua movimentação. Contorne-as com comandos de movimentação do vim.

Divirta-se!

 

Fonte: Ostechnix

 

 

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O whois é a ferramenta primária de identificação de posse de domínio e suas informações de contato.  Com o General Data Protection Regulation(GDPR), ato de proteção de dados criado pela União Europeia e já noticiado em diversos sites com foco em mídias sociais, as informações sobre um domínio que identifiquem seu dono também não poderão ser públicas. O futuro é incerto para o whois na Europa e membros do ICANN e da União Europeia ainda não chegaram em um consenso de modelo de dados que revele o suficiente de um domínio para evitar fraudes e problemas com marcas registradas, e não revele detalhes de identificação do um indivíduo que é dono do mesmo.

Um "blackout" de WHOIS está programado para iniciar no dia 25 de Maio na Europa com duração de cerca de 6 meses, e neste período, uma API será(teoricamente) desenvolvida para que parceiros possam acessar este "filtro de WHOIS" implementado pelo ICANN. Enquanto o bloqueio durar, estes dados estarão indisponíveis e problemas com fraudes de marcas e incidentes de segurança da informação com domínios falsos poderão ser melhor acobertados pela falta destas informações de identificação.

Fonte: Cooley

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Um grupo de pesquisadores de segurança europeus divulgaram um alerta sobre um conjunto de vulnerabilidades afetando usuários de PGP e S/MIME. A EFF entrou em contato com os pesquisadores e pôde confirmar que essas vulnerabilidades representam um risco imediato para aqueles utilizando tais ferramentas para comunicação via e-mail, incluindo a potencial exposição de mensagens anteriores.

Os detalhes completos serão liberados em um artigo a ser publicado na Terça-Feira, às 7 da manhã, horário UTC (4 da manhã, horário de Brasília). Até lá, os usuários são alertados a desabilitar ou desinstalar ferramentas que descriptografam automaticamente e-mails criptografados com PGP. Até que as falhas sejam corrigidas, os usuários devem procurar canais seguros de ponta-a-ponta, como Signal, e parar de enviar e ler e-mails criptografados com PGP.

Fonte: https://it.slashdot.org/story/18/05/14/149222/attention-pgp-users-new-vulnerabilities-require-you-to-take-action-now

Fonte da fonte: https://www.eff.org/deeplinks/2018/05/attention-pgp-users-new-vulnerabilities-require-you-take-action-now

O que é?

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O pesquisador de segurança Ankit Anubhav descobriu que cerca de 5.000 modems roteadores da marca Datacom, utilizados pela operadora Oi, estão com o serviço de telnet acessível a qualquer um e, pior, sem senha para acesso. Os modelos afetados são DM991CR, DM706CR e DM991CS.

O bug, na verdade, é uma falha na configuração dos dispositivos. O pesquisador apontou que um manual dos dispositivos sugere que eles vem com telnet sem senha por padrão, na esperança de que os usuários irão configurar uma senha adequada.

A equipe do portal Bleeping Computer tentou entrar em contato com a Oi, mas não obteve sucesso, pois apenas conseguiu falar com robôs e com empregados que não entendiam Inglês.

Fonte: https://www.bleepingcomputer.com/news/security/5-000-routers-with-no-telnet-password-nothing-to-see-here-move-along/

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Por meio do linuxdicasesuporte.blogspot.com.br ficamos sabendo que os snaps 2048buntu, minecraft-crafting e freecraft, entre possíveis outros, têm embutidos em si malwares que mineram criptomoedas sem o conhecimento do usuário. Todos esses pacotes são do usuário Nicolas Tomb e no presente momento todos já foram removidos da Snap store. Usuários que tenham esses pacotes snap instalados devem removê-los o quanto antes.

O processo de mineração, ao que parece, se "disfarça" como um processo do systemd (só pelo nome, e de forma bem amadora) e é executado através de um script shell simples que permanece minerando até conseguir uma unidade de criptomoeda se a CPU tiver até 4 núcleos e 2 unidades se tiver mais do que isso. As criptomoedas são registradas no curioso email myfirstferrari@protonmail.com (o protonmail é um serviço gratuito de email encriptado e com garantias de privacidade).

A notícia lista também o modo como foi feita a denúncia, um relatório de bug no github do snapcraft que teve resposta da equipe em aproximadamente 16h.

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CORREÇÃO 15/05: Causou confusão entre os editores do Linux-BR o fato do autor da matéria(nwildner) ter usado a imagem antiga da Creative Commons disponível na página de licenciamento do Tagmar. O projeto PERMITE trabalhos derivados e até possui "port" para outros Sistemas de RPG como o Tagmar GURPS e Tagmar D20 5th edition. Apesar da imagem ainda estar defasada na página Licenciamento do Tagmar, ela aponta pro link correto(by-nc-sa). Ainda assim, não é uma licença open-source, visto que possui a infame cláusula que proíbe uso comercial.

"Tagmar – RPG de Aventura Medieval" © foi o primeiro RPG de mesa brasileiro. Criado em 1991 pela Editora GSA, ele se diferenciava por necessitar apenas de um livro contendo regras, ambientação e criaturas, enquanto jogos importados precisavam de um maior investimento em livros. Contudo, em 1997 o sistema foi descontinuado por conta dos problemas que qualquer empresa no Brasil possui para se manter de pé. Em 2004, membros do sistema original se reuniram e decidiram relicenciar o Tagmar utilizando a licença Creative Commons "Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 3.0 Brasil" (permite trabalhos derivados mantendo a licença, requer créditos, não permite comercialização). Há uma exceção para a comercialização de serviços de impressão e encadernamento desde que praticados valores de mercado justos e compatíveis, já que alguns jogadores desejam apenas o produto final(livro impresso) e a distribuição apenas em arquivo desestimula o ingresso de novos jogadores no sistema Tagmar.

 

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O Devuan continua seu trabalho como o proeminente fork do Debian com foco em "init freedom", removendo todas as dependências de sua distribuição mãe com o systemd.

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Não é novidade que a Red Hat comprou o CoreOS. No blog do CoreOS foi postado um artigo contendo as ações que serão tomadas para a fusão das tecnologias: "Deste a aquisição pela Red Hat, recebemos questionamentos sobre o destino do Container Linux. Este primeiro projeto do CoreOS foi pioneiro na tecnologia de containers leves e de atualização automática 'over-the-air' e nativa no sistema operacional, crescendo rapidamente em popularidade no mundo dos containers. Com a aquisição, o Container Linux será rebatizado para Red Hat CoreOS, se tornando um novo ativo do ecossistema Red Hat.O Red Hat CoreOS será baseado nos fontes do Fedora e do Red Hat Enterprise Linux, tendo como foco se tornar o sucessor do Atomic Host como o sistema operacional Red Hat imuável, 'container-centric'".

Mais informações na nota pública da Red Hat.

Fonte: LWN: The plan for merging CoreOS into Red Hat

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Um novo recurso que não recebeu muita atenção na mais recente atualização do Windows 10 é motivo de comemoração para os desenvolvedores. O Bloco de Notas, editor de textos simples presente desde a versão 1.0 do sistema, recebeu uma correção e, agora, consegue reconhecer corretamente as quebras de linha de arquivos gerados no Linux, Unix e Mac OS clássico.

Acontece que, nos sistemas Unix-Like, a quebra de linha é representada pelo caractere especial LF (\n, 0x0a) e, no Mac OS clássico, pelo caractere CR (\r, 0x0d). As versões mais recentes do macOS utilizam LF.

No entanto, a quebra de linha padrão do Windows é ambos os caracteres CR e LF, em sequência. Isso faz com que os textos criados no Windows sejam exibidos corretamente em outros sistemas, mas arquivos texto criados em sistemas Linux ou Mac sejam exibidos como um único bloco contínuo de texto, sem quebras de linhas. Agora, esse problema está finalmente resolvido.

Algumas pessoas acreditam que o principal motivo para esta mudança seja a integração do subsistema Linux nativo no sistema operacional. Vale notar, porém, que o Notepad continuará utilizando CRLF como seu caractere padrão. O novo comportamento poderá ser revertido por uma chave no registro.

Nota 1: existem alguns editores de texto para Windows com mais recursos que tratam corretamente as quebras de linha, como o Notepad++, que é livre.

Nota 2: Aqui está uma explicação técnica do porquê o Windows usar CRLF. A origem predata até mesmo a existência dos computadores modernos e permitia que um arquivo texto pudesse ser enviado diretamente para a impressora, no tempo do MS-DOS.

Fonte: https://tech.slashdot.org/story/18/05/08/2149216/windows-notepad-finally-supports-unix-mac-os-line-endings

Fonte da fonte: http://www.theregister.co.uk/2018/05/08/windows_notepad_unix_linux_macos/

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Uma das várias novidades da conferência Google I/O deste ano, que está acontecendo por esses dias, foi o anúncio de que a Google estará trazendo o sistema do Pinguim oficialmente para os Chromebooks através do projeto Crostini.

De acordo com a empresa, o sistema livre rodará em uma máquina virtual projetada do zero para esse tipo de computador. Isso significa que o Linux vai iniciar em segundos e se integrar completamente com os recursos de hardware.

Atualmente, existem maneiras não oficiais de rodar o Linux nos computadores Chromebook.

Fonte: https://www.zdnet.com/article/linux-comes-to-chromebooks/

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